O dia em que a Morte sambou

Misturando a técnica milenar do teatro de bonecos de sombras com a magia da cultura popular do Nordeste Brasileiro, a peça é uma adaptação teatral do livro homônimo pelos seus próprios autores, Habib Zahra e Valeria Rey Soto.

É acompanhada por trilha sonora executada ao vivo, apresentando um vasto repertório de ritmos tradicionais pernambucanos e do mundo inteiro, enquanto sombras multicoloridas conversam, brincam e dançam, não somente na tela, mas também pelas paredes, chão e teto da sala.

Montada inicialmente com patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura PE, a encenação já circulou por trés continentes e integrou a programação de grandes festivais de teatro e literatura no Brasil e pelo mundo afora.

Sinopse

Seu Biu é um velho brincante que não deixa sua idade acabar com sua alegria de viver. Apesar de morar sozinho e ser alvo de muita critica e inveja, vive sorrindo e dançando, alegre e despreocupado. Tem a música, a dança e, sobretudo, uma consciência aguda da sua profunda conexão com a natureza. Um dia, a Morte resolve buscá-lo. Mas, ao chegar na casa do ancião, é recebida de uma forma totalmente inesperada…

Inspirada pela vivência de Habib e Valeria com os brincantes de Pernambuco, a obra busca desconstruir as concepções negativas contemporâneas da velhice e da morte e compartilhar um pouco da sabedoria que os artistas encontraram na cultura popular. Mais que tudo, a peça é uma celebração da vida, e da morte, como parte essencial e indissociável dela.

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