O dia em que a Morte sambou

Contemplado pelo edital do Funcultura em 2015, o espetáculo foi adaptado a partir do livro O dia em que a Morte sambou, pelos seus próprios autores: o escritor Habib Zahra e a artista plástica Valeria Rey Soto. Ansiosos em preservar a poética da obra original na encenação, escolheram a linguagem do teatro de bonecos de sombras, uma das formas mais antigas e belas de teatro de formas animadas.

A trilha sonora, que vai da música tradicional da Bretanha ao Maracatu de Baque Solto e Cavalo Marinho de Pernambuco, é executada ao vivo com violino e escaleta por Valeria, enquanto Habib
manipula os bonecos, cujas sombras conversam, andam, brincam e dançam, não somente na tela, mas também pelas paredes, chão e teto da sala.

Sinopse

Seu Biu é um velho brincante que não deixa nem sua idade nem a morte acabar com sua alegria de viver. Apesar de morar sozinho e ser alvo de muita critica e
inveja, vive sorrindo e dançando, alegre e despreocupado. Tem a música, a dança e, sobretudo, uma consciência aguda da sua profunda conexão com a natureza.

Um dia, a Morte resolve buscá-lo. Mas, ao chegar na casa do ancião, é recebida de uma forma totalmente inesperada…

Ficha técnica

Atuação e manipulação de bonecos: Habib Zahra
Trilha sonora e sonoplastia: Valeria Rey Soto
Direção e criação de bonecos e cenários: Valeria Rey Soto e Habib Zahra
Duração: aprox. 20 minutos
Tamanho da tela: aprox. 100 x 70 cm
Indicação etária: a partir de 04 anos

Para mais informações sobre o espetáculo, tais como necessidades técnicas, etc… baixar o seguinte pdf.